Tem certas coisas que a gente passa vida tentando entender. A vida, em si, com certeza já é uma delas. O que estamos fazendo aqui, por que chegamos até aqui assim desse jeito, qual nosso papel nesse mundo gigante afinal? No fundo, a gente sempre sabe, mas é difícil se encontrar dentro de si mesmo. E no fim, tudo é isso. Essa busca infinita, as voltas e voltas que a gente dá com a certeza de que um dia vamos chegar ali, naquele ponto marcado no cosmo, onde tudo vai fazer sentido.
O amor é meio assim. Ele chega de repente, sem avisar, e quando você vê, já fez tudo girar. Nossas certezas mudam de lugar, a gente não sabe o que faz, o coração acelera, a perna treme, é urgente. A gente quer viver. Precisa viver. E é uma vontade que nunca acaba.
Não pense, no entanto, que vai sentir borboletas a cada esquina dessa vida. Amor não é fácil de achar. Mas depois que acha fica difícil achar que não era para achar. E é impossível não parar para pensar em todas as voltas que o universo teve que dar para aqueles dois, até então desconhecidos, estarem ali, na mesma hora, no mesmo lugar, na mesma sintonia.
Agora, imagina se mesmo depois de todo esse esforço do universo, para fazer com que aquelas duas pessoas se encontrem, se apaixonem, e o mais importante, façam bem uma para a outra. Imagina se mesmo assim, elas precisem lutar para conquistar o direito de viver esse amor. Parece coisa de filme, mas pode acreditar, é coisa de vida mesmo.
"(via desordeiradedores)
(Source: trecho-de-livros, via desordeiradedores)
“Marius was now a fine looking young man, of medium height, with heavy jet-black hair, a high intelligent brow, large and passionate nostrils, a frank and calm expression, and an indescribable something beaming from every feature, which was at once lofty, thoughtful, and innocent.” - Victor Hugo, Les Misérables
if i had a bike id ride everywhere
i dont know why i dont have one really
(via parised)
(via escuridao-ja-vi-pior)